terça-feira, 17 de agosto de 2010

As horas que não passam

 

As horas que não passam
 

 

"O silêncio comeu tudo. Este silêncio pesado que abraçou a minha vida como se do fantasma da morte se tratasse. Entrou devagarinho, sorrateiramente pela calada da noite e depois foi-se deixando estar, cada dia um pouco mais até ocupar toda a casa, até ocupar todo o meu corpo."
[Luísa  Castelo Branco]
 

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