Existem coisas tão difíceis de explicar...ás vezes parece que nada faz sentido, o sentido de ainda me manter por aqui a vaguear numa vida, noutra vida...passar por vidas ou pessoas que não sei quando as voltarei a ter, ou até mesmo se voltarei a vê-las.
Há muito pouco de mim a encontrar...quem sabe nada. Mas mantenho-me por cá. Nem que seja para roubar-te um sorriso a ti, que passas na minha vida por momentos e que logo vais embora. Uma espécie de inexistência que vives em mim. Tu e muitas outras pessoas que não perdem tempo. Eu gosto de perder tempo...gosto de apreciar tudo ao mínimo detalhe...
...sei dizer-te que tens um sinal pequenino no peito...que mal se nota, que só pessoas como eu vêem. Também sei que tens um olhar doce quando gostas de alguém...sei que gostas de enrolar o cabelo com os dedos, um acto que nem dás conta, quando tens vergonha...sei ainda que gostas dos meus olhos, porque fixas neles...
...enfim...será que sei assim tanto, ou tão pouco...ou até mesmo nada...de ti...que apareces e desapareces do nada...posso não saber muito de ti...mas sei o suficiente...
(Susana Teixeira)
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